20 ago 2018
33a. Bienal tem artistas-curadores representados por galerias da ABACT

Prepare-se: Bienal de São Paulo fica aberta de 7 de setembro a 9 de outubro de 2018. Entrada gratuita

A 33. Bienal de São Paulo – Afinidades afetivas, começa no dia 7 de setembro e fica em cartaz até o dia 9 de dezembro de 2018 no Pavilhão da Ciccillo Matarazzo no Parque Ibirapuera em São Paulo. Curadoria geral de Gabriel Pérez-Barreiro colige ideias de Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832), presentes no romance “Afinidades eletivas” (1809), e do crítico brasileiro Mario Pedrosa (1900-1981), presentes em sua tese “Da natureza afetiva da forma na obra de arte”, para aplicá-las à realidade atual, criando a linha-mestra para seu partido curatorial, com a seleção de 12 projetos individuais, e o encargo de sete outras mostras coletivas a sete artistas, cada qual incluindo uma obra do artista, ora alçado à condição de artista-curador. Expografia de Alvaro Razuk cria áreas de respiro, evitando a saturação do espaço do icônico pavilhão projetado por Oscar Niemeyer.

Gabriel Perez-Barreiro, curador da 33a Bienal de São Paulo. 10/10/2017 © Pedro Ivo Trasferetti / Fundação Bienal de São Paulo

Gabriel Pérez-Barreiro seleciona, assim, os projetos individuais do argentino Alejandro Corujeira (Buenos Aires, Argentina, 1961), e dos brasileiros Bruno Moreschi (Maringá, 1982), Denise Milan ​(São Paulo, 1954), Luiza Crosman (Rio de Janeiro, 1987), Maria Laet (Rio de Janeiro, 1982, representada pela Galeria Marilia Razuk), Nelson Felix (Rio de Janeiro,, 1954, representado pela Galeria Millan), Siron Franco ​(Goiás Velho, 1950, que conta com mostra individual na Galeria Marcelo Guarnieri), Tamar Guimarães ((Viçosa, 1967, representada pela Galeria Fortes D’Aloia & Gabriel) e Vânia Mignone (Campinas, 1967, representada pela Casa Triângulo), dos quais três são exposições póstumas de artistas dos anos 1990, que são: Lucia Nogueira (Goiânia, 1950 – Londres, Reino Unido, 1998), Aníbal López ( também conhecido por A-153167, Cidade da Guatemala, Guatemala, 1964-2014) e Feliciano Centurión (San Ignacio, Paraguai, 1962 – Buenos Aires, Argentina, 1996).

Artista [artist]: Feliciano Centurión
Título [title]: Descansa tu cabeza en mis brazos [Descanse sua cabeça em meus braços / Rest Your Head in my Arms], 1995
Técnica [Technique]: Cobertor bordado a mão [Hand embroidered blanket]
Dimensões [dimensions]: 54 x 47 cm
Coleção [collection]: María Yolanda Centurión e [and] Maria Gloria Centurión
Foto [photo]: Javier Medina Verdolini

As sete coletivas organizadas pelos artistas-curadores, cada qual incluindo uma obra do mesmo, são:

“Aos nossos pais”, do uruguaio Alejandro Cesarco (Montevidéu, Uruguai, 1975), com trabalhos de Sturtevant (EUA, 1924 – França, 2014), Louise Lawler (EUA, 1947) e Cameron Rowland (EUA, 1988);

“sentido/comum”, do espanhol Antonio Ballester Moreno (Madri, Espanha, 1977), com Friedrich Fröbel (Alemanha, 1782-1852), Andrea Büttner (Alemanha, 1972), Mark Dion (EUA, 1961) e Rafael Sánchez-Mateos Paniagua (Espanha, 1979);

“O pássaro lento”, da argentina Claudia Fontes (Buenos Aires, Argentina, 1964), com obras de Roderick Hietbrink (Holanda, 1975), Ben Rivers (UK, 1972), Daniel Bozhkov (Bulgária, 1959), Elba Bairon (Bolívia, 1947), Katrín Sigurdardóttir (Islândia/EUA, 1967), Pablo Martín Ruiz (Argentina, 1964), Paola Sferco (Argentina, 1974), Sebastián Castagna (Argentina, 1965) e Žilvinas Landzbergas (Lituânia, 1979);

“Stargazer II”, da sueca Mamma Andersson (Luleå, Suécia, 1962), com obras de iconografia russa do século XV, Henry Darger (EUA, 1892-1973), Dick Bengtsson (Suécia, 1936-1989), Gunvor Nelson (Suécia, 1931) e Åke Hodell (Suécia, 1919-2000), entre outros;

“Finita tragédia das coisas ou o fim da tragédia do um”, da brasileira Sofia Borges (Ribeirão Preto, Brasil, 1984), com Jennifer Tee (Holanda, 1973), Leda Catunda (Brasil, 1961), Sarah Lucas (UK, 1962) e Tal Isaac Hadad (França, 1976);

“Os aparecimentos”, d brasileiro Waltercio Caldas (Rio de Janeiro, Brasil, 1946, representado pela Galeria Raquel Arnaud), com obras de Victor Hugo (França, 1802-1885), Jorge Oteiza (Espanha, 1908-2003) e Vicente do Rego Monteiro (Brasil, 1899-1970), entre outros; e

“Sempre, nunca”, da norte-americana Wura-Natasha Ogunji (St. Louis, EUA, 1970), com obras de Lhola Amira (África do Sul, 1984), Mame-Diarra Niang (França, 1982), Nicole Vlado (EUA, 1980), Ruby Onyinyechi Amanze (Nigéria, 1982) e Youmna Chlala (Líbano, 1974).

Imagem do topo: Artista [artist]: Mamma Andersson.
Título da obra [title of the work]: Glömd [Forgotten / Esquecido], 2016.
Técnica e materiais [technique and materials]: Óleo e acrílica sobre painel [Oil and acrylic on panel].
Dimensões [dimension]: 100x122cm.
Foto [Photo]: Per-Erik Adamsson.
Cortesia [Courtesy]: Galleri Magnus Karlsson

33. Bienal de São Paulo – Pavilhão Ciccillo Matarazzo, Parque Ibirapuera, São Paulo – SP

http://www.bienal.org.br/

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