01 abr 2020

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Kilian Glasner em “Encontro Austrais”, na Galeria Lume. Créditos: Galeria Lume

Desde sua última série, “Natureza Incontornável”, Kilian Glasner busca a imersão na natureza para encontrar a si mesmo vivenciado o isolamento. Para o artista, estudar a paisagem é mergulhar no espaço do mundo.

Após quase três meses imerso entre a Patagônia e o Pantanal Matogrossense, Kilian se (re)descobre em um tempo longínquo no qual a natureza se apropria do seu ser e o faz paisagem. Transmutado, reconstrói aquilo que vê, inventa e rearranja o espaço para assim relatar sua jornada na exposição “Encontros Austrais”. Abstraído pelo silêncio, o artista converte o mundo num lugar mais agradável e harmonioso, aparando arestas e deixando um rastro cintilante que marca com pigmentos e pastel seco, os lugares por onde passou.

Diante de seus desenhos os sentidos emergem através da cor, espalhadas por desertos habitados de um misterioso vazio onde nuvens se derramam a ocultar as montanhas e preenchê-las de um bege que a boca do vento espalha pelo papel. No marrom claro, no amarelo ou nos tons pastéis reconhecemos o cheiro árido da solidão. O olhar experimenta a terra, a poeira, o vento, a tempestade. Em meio ao deserto, somos convidados a viajar ao Pantanal e tomar o lugar da paisagem aonde dançam os pássaros. Na instalação “Vôo”, inspirada no Buraco das Araras, no Matogrosso do Sul, Kilian interfere no vôo das araras para reconstruí-lo em uma poesia de imagens e sons, uma nova perspectiva, plena de liberdade e de uma imaginação sem limites.

Na impossibilidade de recriar a natureza, a obra, em sua coexistência dinâmica com os contrários, diz mais do que a verdade, ela cria a verdade; ela não descreve a ação, ela a coloca diante de nós para vivenciarmos por alguns minutos o sentir do artista.

Em “Encontros Austrais” Kilian Glasner expõe a paisagem como um lugar de possibilidades, estrutura a exposição em fragmentos a fim de materializar a complexidade do meio e demonstrar que o espaço pode nos ensinar a olhar o mundo sobre novos aspectos, revelando realidades deixadas à margem do olhar.

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23 mar 2020

Programação da ação digital promovida pela Galeria Superfície

A Galeria Superfície promoverá nas próximas semanas a ação ‘AO VIVO COM’ – conversas entre duas personalidades do mundo das artes convidadas a fazer uma live simultânea todas as terças e quintas, às 18h, no perfil do Instagram da galeria (@galeriasuperficie).

A ação digital tem como objetivo disponibilizar conteúdo de qualidade e de fácil acesso para as pessoas em quarentena, apoiando o movimento #FiqueEmCasa.

Em formato de bate-papo descontraído, as lives terão duração de 30 minutos e abordarão temos como processo criativo, projetos, movimentos artísticos, espaços independentes, assuntos diversos entre artistas, curadores, galeristas, pesquisadores, entre outros.  Na primeira live, o diretor artístico do Instituto Moreira Salles – IMS João Fernandes fala sobre novos desafios para as instituições culturais.

Conheça a galeria
Inaugurada em maio de 2014, a Galeria Superfície desenvolve um seleto programa de exposições, em paralelo ao desenvolvimento da carreira de artistas contemporâneos e artistas de vanguarda cuja produção centra-se em torno dos anos 70. Dirigida por Gustavo Nóbrega a galeria desenvolve não apenas um trabalho comercial, de inserção de artistas em importantes coleções, como também mantém estreita relação com instituições e museus. Entre suas atividades, destaca-se a dedicação da galeria à produção de publicações voltadas à disseminação de grupos de vanguarda histórica, bem como artistas em meio de carreira. Em seu acervo também constam obras de artistas consagrados com Mira Schendel, Leonilson, Wlademir Dias-Pino, entre outros.

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10 mar 2020

Inauguração acontece neste sábado, 14/03, às 11h, e conta com abertura da exposição coletiva “Luzes da Memória” e lançamento da publicação “Encontros Fundamentais – IAC 20 anos”

Créditos: Divulgação/IAC/Romulo Fialdini

Na confluência das avenidas Dr. Arnaldo e Paulista, importante eixo cultural da cidade de São Paulo, em um prédio de quatro andares integralmente reformado, surge a nova sede do IAC, finalmente própria, depois de 20 anos atuando em espaços cedidos por parcerias de curta duração.

A instituição passa a contar com espaços especialmente desenhados e tecnicamente equipados para processar, tratar e proteger seus hoje 13 acervos, agora com capacidade para receber muitos outros. Atualmente o acervo conta com 42 mil documentos higienizados, organizados, catalogados e digitalizados dos artistas: Amilcar de Castro, Hermelindo Fiaminghi, Iole de Freitas, Lothar Charoux, Luiz Sacilotto, Sergio Camargo, Sérvulo Esmeraldo e Willys de Castro. Até 2021 receberão tratamento e serão disponibilizados os arquivos documentais de Antonio Dias, Carmela Gross, Ivan Serpa, Jorge Wilheim e Rubem Ludolf.

Se de um lado, com seu potente Núcleo de Documentação e Pesquisa, atende a estudiosos, de outro, o IAC oferece ao público exposições que revelam o processo de trabalho de grandes nomes da arte brasileira, além de cursos, palestras e workshops. Por meio do site ainda, pesquisadores de qualquer parte do mundo podem ter acesso ao seu banco de dados.

“Encontros Fundamentais – IAC 20 anos”, publicação conta história do IAC

O IAC – Instituto de Arte Contemporânea surgiu em 1997 para a preservação inicial de dois acervos confiados a Raquel Arnaud: Willys de Castro e Sergio Camargo. Foram 20 anos de credibilidade, incluindo o Prêmio APCA, em 2006, como melhor iniciativa cultural do ano. Antes desta sede própria, operou por meio de parcerias institucionais com a Universidade de São Paulo (2006-2011) e com o Centro Universitário Belas Artes de São Paulo (2011-2019).

Como resultado das pesquisas produzidas a partir do acervo do instituto, será lançado, no dia da inauguração do prédio, “Encontros Fundamentais – IAC 20 anos”, editado em parceria com a editora UBU, com projeto gráfico de Elaine Ramos.  Concebido e organizado pelo curador Jacopo Crivelli Visconti, o livro reúne textos inéditos dos críticos Alberto Salvadori, Aleca Le Blanc, Carla Zaccagnini e Michael Asbury, além de Raquel Arnaud, Marilúcia Bottallo e do próprio Crivelli Visconti.

“Luzes da Memória”, exposição inaugural

Com curadoria do crítico Ricardo Resende e de Marilúcia Bottallo, museóloga e diretora técnica do IAC, a exposição para comemorar a abertura da nova sede apresenta projetos inéditos de artistas que em 2019/2020 passaram a confiar seus arquivos ao Instituto de Arte Contemporânea – Carmela Gross, Antonio Dias, Ivan Serpa, Jorge Wilheim e Rubem Ludolf –, além de obras de dois artistas integrados anteriormente ao acervo, Iole de Freitas e Sérvulo Esmeraldo.

A mostra reúne projetos em várias linguagens, como a utópica proposta de reurbanização do Boulevard Augusta (1973), não realizado, proposto pelo arquiteto Jorge Wilheim, ou cartas reveladoras como a de Nise da Silveira no arquivo de Ivan Serpa, em que médica comenta sobre o trabalho do artista. Em nova obra escultórica, Pele: um corpo para memória (2019/2020), Iole de Freitas projeta o seu filme em super 8, Roteiro Cego (1972/2020), enquanto a máscara do senador Sam Ervin, responsável pelo Watergate, obra de Antonio Dias, pode ser experimentada pelo visitante.  Por sua vez, Carmela Gross, a segunda mulher a entrar para o IAC, pinta de dourado as escadarias do prédio, emanando luz dourada para dentro do novo espaço, e Rubem Ludolf um dos artistas fundamentais do construtivismo brasileiro, pouco visto em São Paulo, terá um projeto de pintura reproduzido na parede e algumas de suas serigrafias reunidas que expressam o seu pensamento gráfico e construtivo.   Sérvulo Esmeraldo completa a exposição com uma instalação de luz prismática nunca antes apresentada em São Paulo. Na obra feita de plástico translúcido, água e corda sobrepostos e suspensos, os reflexos produzidos transformam o subsolo do prédio em uma fonte de raios de luz e cor: prismas que preenchem as sombras do lugar.

Créditos: Sérvulo Esmeraldo, Projeto para Lentes, Caneta hidrocor sobre papel, 1968, Acervo Instituto de Arte Contemporânea – Fundo Sérvulo Esmeraldo

 

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IAC – Instituto de Arte Contemporânea
Inauguração:  14 de março de 2020, das 11h às 18h (aberto ao público em geral)
Endereço: Av. Dr. Arnaldo 126 – São Paulo
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h
Funcionamento do Núcleo de Documentação e Pesquisa: de terça a sexta, das 10h às 17h mediante agendamento

 

 

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05 mar 2020
Artista Lucia Laguna com seus quadros ao funo.

Créditos: Divulgação/Fortes D’Aloia & Gabriel. Eduardo Ortega.

A Fortes D’Aloia & Gabriel apresenta a segunda individual da artista Lucia Laguna na Galeria, e sua primeira exposição após Vizinhança, mostra panorâmica dedicada à sua obra no MASP em 2018. Neste novo conjunto de pinturas, Lucia dá continuidade à divisão entre as séries de Jardins, Paisagens e Estúdios que norteia sua produção desde o início. Tal divisão aponta para a indissociabilidade que há entre o processo artístico de Laguna e o espaço de seu ateliê, situado na zona Norte do Rio de Janeiro. É a partir dele – e da observação de seu entorno, que vai de seu jardim até o Morro da Mangueira – que a artista compõe paisagens híbridas, mesclando arquitetura e vegetação, planos geométricos e elementos figurativos.
Paisagem n. 121 evidencia bem o método da artista. De início, Lucia permite que seus assistentes comecem o processo, delimitando linhas sobre a superfície da tela e inserindo desenhos e outros sinais gráficos. Quando a artista assume o comando da obra, dá-se início a desconstrução do que ali já estava, para que então se construam novos cenários por cima de sobreposições que acumulam dezenas de camadas até o resultado final.
Pintura de Lucia Laguna que retrata uma paisagem de forma não convencional

Paisagem nº 121, Lucia Laguna. Créditos: Divulgação/Fortes D’Aloia & Gabriel.

Um peculiar cruzamento entre abstração e figuração, em jogo em sua produção, torna-se evidente no díptico Paisagem n. 118. Ao passo em que a pintura à esquerda revela uma paisagem dissolvida, quase líquida – portanto, mais abstrata –, à direita vemos uma composição mais fincada na figuração, com a presença de elementos como pássaros e um semáforo de trânsito. Este convívio entre registros pictóricos de naturezas distintas também está em Paisagem n. 120 , obra em que a artista experimenta com o formato vertical, pouco usual em sua produção.

Paisagem nº 118, Lucia Laguna. Créditos: Divulgação/Fortes D’Aloia & Gabriel.

Já em Jardim n. 44, destaca-se uma outra característica da metodologia de Laguna: a tela, em formato quadrado, que é virada de ponta-cabeça diversas vezes durante sua feitura. Assim, a profusão de cores e figuras que desabrocham do centro da pintura pode assumir aparências ambíguas, ora evocando um buquê de flores, ora um galo, dependendo da direção em que é vista. Completa a exposição sua série Desenhos, em que Lucia cria composições sobre papel a partir dos pedaços remanescentes de fita crepe do início da produção das obras. Vestígios iniciais – e também póstumos – da engenhosa arquitetura de suas pinturas.
Quadro da artista Lucia Laguna que representa um jardim.

Jardim nº 44, Lucia Laguna. Créditos: Divulgação/Fortes D’Aloia & Gabriel.

A artista
Lucia Laguna nasceu em Campo dos Goytacazes (RJ) em 1941. Formou-se em Letras em 1971, passando a lecionar Língua Portuguesa. Em meados dos anos 1990, começou a frequentar cursos de Pintura e História da Arte na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, e realizou sua primeira individual em 1998. Ganhou em 2006 o Prêmio Marcantônio Vilaça do CNI SESI. Entre suas exposições individuais recentes, destacam-se: Vizinhança, MASP (São Paulo, 2018); e Enquanto bebo a água, a água me bebe, MAR (Rio de Janeiro, 2016). Suas principais coletivas incluem participações em: 30ª Bienal de São Paulo (2012), 32º Panorama da Arte Brasileira, MAM-SP (2011), Programa Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural (São Paulo, 2005–2006). Em abril deste ano, a artista estará na 12ª Bienal do Mercosul em Porto Alegre. Sua obra está presente em importantes coleções públicas, como MASP, MAM-SP, MAM-RJ, MAR, entre outras.
Visite!
Exposição individual de Lucia Laguna
Abertura: 05/03, às 18h
Até o dia 16 de maio
Fortes D’Aloia & Gabriel
 R. Fradique Coutinho, 1500, Vila Madalena, São Paulo, SP
Seg a Sex – 10 às 19h | Sáb – 10 às 18h
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18 fev 2020
Pintura de Kilian Glasner retratando o deserdo do atacama

Abertura da exposição “Encontros Austrais” acontece no dia 18/02, às 19h, na Galeria Lume// Atacama, 2020, Kilian Glasner. Pastel sobre papel. 

A partir do dia 18/02, o artista pernambucano Kilian Glasner nos convida a ver a paisagem como um lugar de possibilidades na Galeria Lume. Ele estrutura a exposição “Encontros Austrais” em fragmentos a fim de materializar a complexidade do meio e demonstrar que o espaço pode nos ensinar a olhar o mundo sobre novos aspectos, revelando realidades deixadas à margem do olhar.

Após quase três meses imerso entre a Patagônia e o Pantanal Matogrossense, Kilian se (re)descobre em um tempo longínquo no qual a natureza se apropria do seu ser e o faz paisagem. Transmutado, reconstrói aquilo que vê, inventa e rearranja o espaço para assim relatar sua jornada na exposição. Abstraído pelo silêncio, o artista converte o mundo num lugar mais agradável e harmonioso, aparando arestas e deixando um rastro cintilante que marca com pigmentos e pastel seco, os lugares por onde passou.

Pintura do artista Kilian Glasner retratando um ambiente escuro com uma janela com visão para o deserto.

Uma janela para o deserto, 2020. Kilian Glasner. Pastel sobre papel.

Diante de seus desenhos, os sentidos emergem através da cor, espalhadas por desertos habitados de um misterioso vazio onde nuvens se derramam a ocultar as montanhas e preenchê-las de um bege que a boca do vento espalha pelo papel. No marrom claro, no amarelo ou nos tons pastéis reconhecemos o cheiro árido da solidão. O olhar experimenta a terra, a poeira, o vento, a tempestade. Em meio ao deserto, somos convidados a viajar ao Pantanal e tomar o lugar da paisagem aonde dançam os pássaros. Na instalação “Vôo”, inspirada no Buraco das Araras, no Matogrosso do Sul, Kilian interfere no vôo das araras para reconstruí-lo em uma poesia de imagens e sons, uma nova perspectiva, plena de liberdade e de uma imaginação sem limites.

Na impossibilidade de recriar a natureza, a obra, em sua coexistência dinâmica com os contrários, diz mais do que a verdade, ela cria a verdade; ela não descreve a ação, ela a coloca diante de nós para vivenciarmos por alguns minutos o sentir do artista.

O artista
Kilian Glasner é natural de Recife, Pernambuco. Foi premiado no 39º Salão de Artes Plásticas de Pernambuco, em 1999. Tem graduação e mestrado na École Nationale Superieure des Beaux-Arts, em Paris, onde residiu de 2000 a 2007. Do período em que viveu na Europa destacam-se a residência artística na Academia Francesa de Artes em Roma, a Villa Médici, e mostras coletivas na França, Holanda, Bélgica, Alemanha, Reino Unido , Itália, Grécia e Estados Unidos. Regressou à Recife em 2007. Em 2009 foi contemplado pelo edital Rumos Artes Visuais do Instituto Itaú Cultural e participou de exposições em São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Branco e Brasília. No ano seguinte foi convidado pelo curador Antonio Pinto Ribeiro a apresentar a exposição O Brilhante Futuro da Cana-de-Açúcar, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa. Participou da trienal de Sorocaba com a instalação“ Cantareira”. Residiu em Berlim de 2012 a 2015. Foi selecionado pelo CCBB para uma individual que abre
esse ano em São Paulo. Atualmente, Kilian Glasner é representado pela Galeria Lume.

Visite!
Encontros Austrais, de Kilian Glasner
Abertura: 18/02, às 19h
Até o dia 21 de março

Galeria Lume
R. Gumercindo Saraiva, 54, Jardim Europa, São Paulo.
Seg a Sex – 10 às 19h | Sáb – 11 às 15h

 

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31 jan 2020

O nome “Condo” vem de “condomínio” e consiste em uma exposição colaborativa em larga escala de galerias internacionais; galerias compartilham seus espaços com galerias visitantes. Pela terceira vez consecutiva, a iniciativa acontece em São Paulo e reúne 16 galerias em 6 espaços da cidade: Galeria Central, Galeria Jaqueline Martins, Casa Triângulo, Sé Galeria, Luciana Brito Galeria e Galeria Marilia Razuk.

Confira a programação completa abaixo.

Abertura sábado 1 de fevereiro 11–17h
& domingo 2 de fevereiro 12–17h

1/Central Galeria
Rua Bento Freitas, 306/Vila Buarque
seg–sex 11–19h; sáb 11–17h
hosting Galeria Madragoa/Lisbon
Exposição até 21 de março

2/Galeria Jaqueline Martins
Rua Dr. Cesário Mota Júnior, 443/Vila Buarque
seg–sex/Mon–Fri 10–19h; sáb/at 12–17h
hosting Galerie Barbara Thumm/Berlin
Gregor Podnar/Berlin
PM8/Vigo
Anat Ebgi Gallery/Los Angeles
Exposição até 7 de março

3/Casa Triângulo
Rua Estados Unidos, 1324/Jardins
seg–sáb 10–19h
hosting Instituto de Visión/Bogotá
Exposição até 21 de março

4/Sé Galeria
Alameda Lorena, 1257/Jardins
ter–sex 12–19h; sáb 12–17h
hosting The Breeder/Athens
Galeria Nuno Centeno/Porto
Exposição até 21 de março

5/Luciana Brito Galeria
Av. Nove de Julho, 5162/Jardim Europa
ter–sex 10–19h; Sáb 11–18h
hosting Herlitzka + Faria/Bueno Aires
Exposição até 7 de março

6/Galeria Marília Razuk
Rua Jerônimo da Veiga, 131/Itaim Bibi
seg–sex 10h30–19h; Sáb 11–16h
hosting Proyectos Ultravioleta/Guatemala City
Exposição até 7 de março

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28 jan 2020

Créditos: Divulgação/Zipper Galeria

A Zipper Galeria realiza a 11ª edição do Salão dos Artistas Sem Galeria. Promovido pelo Mapa das Artes, a mostra reúne obras de 10 artistas: Adriano Escanhuela (SP), Aline Chaves (RS); Avilmar Maia (MG); Diego Castro (SP); Fernando Soares (SP); Gustavo Lourenção (SP); Myriam Glatt (RJ); Nilda Neves (BA/SP); Rafael Pajé (SP) e Rosa Hollmann (SP/RJ).

Os artistas foram selecionados por um júri formado por Jairo Goldenberg (galerista do J. B. Goldenberg Escritório de Arte); Marlise Corsato (diretora da Galeria Kogan Amaro) e Renato De Cara (curador independente).

A exposição fica em cartaz até o dia 20 de fevereiro. Confira uma prévia abaixo!

“[a]grid 0619”, 2019
Artista: Diego Castro

 


“Umidus i – fotogramas 18-19-20”, 2019
Artista: Adriano Escanhuela

 

Sem título, 2019
Artista: Aline Chaves

Visite!
11º Salão dos Artistas Sem Galeria
Até o dia 20 de fevereiro

Zipper Galeria
R. Estados Unidos, 1494
Segunda a sexta 10h–19h
Sábados 11h–17h

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22 jan 2020

Completando as comemorações do aniversário da cidade de São Paulo, o Paço das Artes  inaugura sua sede definitiva no dia 25 de janeiro, no antigo casarão Nhonhô Magalhães, e inicia a temporada de exposições do novo local com individual inédita de Regina Silveira (artista representada por Luciana Brito Galeria). A instituição ressalta que a escolha por uma artista do sexo feminino faz parte de uma visão e estratégia curatorial que sempre considerou e contemplou a representatividade das mulheres no campo das artes.

Crédito: Divulgação/Paço das Artes
“Limiar”, Regina Silveira. Videoinstalação. Uma das obras que será doada para o Paço das Artes.

Permanecendo em cartaz até o dia 10 de maio, “Limiares” tem curadoria de Priscila Arantes, diretora da instituição, que escolheu o nome da exposição não somente por conta da obra “Limiar”, mas também pela simbologia do significado da palavra, que remete à idéias de começo, de estágios iniciais, como a ocasião especial de inauguração da nova e definitiva sede.

Créditos: Divulgação/Paço das Artes
Maquete da obra “Cascata”, Regina Silveira.

O processo de Regina Silveira muitas vezes apresenta características pensadas para o espaço onde as obras são alocadas, como no caso de “Dobra” e “Cascata”, trabalhos inéditos criados para o Paço das Artes. Ambas as obras se relacionam com a arquitetura do ambiente onde serão instaladas e problematizam as questões da perspectiva, dialogando diretamente com o novo local e explorando sua potência e todo o seu contexto territorial.

Inaugurando também o primeiro acervo de arte contemporânea de São Paulo exclusivamente digital e de obras reprodutíveis, as videoinstalações “Limiar” e “Lunar” serão doadas à institução. Em “Limiar” a artista trabalha a questão plástica da luz. Nela, a palavra “luz” é exibida em 76 idiomas, dilatando-se e virando luz, dando a ideia de pausa, de respiração, da vida que pulsa, do começo. E que, na visão da curadoria, faz alusão à nova vida do Paço das Artes naquele espaço. Já “Lunar” é uma espécie de balé de duas esferas, numa coreografia com luz e sobra, inserida num espaço básico e que brinca com as noções de percepção e perspectiva do observador.

Visite!

“Limiares”, Regina Silveira
Abertura: 25 de janeiro de 2020, das 14h às 20h
Em cartaz até 10 de maio de 2020

Paço das Artes
Rua Albuquerque Lins, 1345
Terça a sábado, das 10h às 20h
Domingos e feriados, 12h às 18h
Entrada gratuita

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19 dez 2019

A Associação Brasileira de Arte Contemporânea – ABACT teve um ano muito produtivo e convida você a acompanhar uma breve retrospectiva das principais conquistas de 2019!

Iniciamos o ano com o projeto piloto do “Visitas a ateliês de artistas”, feito em parceria com a ArtSoul e que possibilitou que o público conhecesse o local de trabalho dos artistas Rodrigo Sassi (Central Galeria), Artur Lescher (Galeria Nara Roesler), Rodrigo Bueno (Central Galeria) e Caio Reisewitz (Luciana Brito Galeria). A edição seguinte, que aconteceu na 2ª metade do ano, foi realizada em parceria com Rosana Naday e contou com mais três visitas: Regina Silveira (Luciana Brito Galeria), Bob Wolfenson (Galeria Millan) e Marina Saleme (Galeria Luisa Strina).

Em outra ação também inédita, os donos de galerias associadas à ABACT abriram as portas de suas casas e mostraram pessoalmente suas coleções para o público do ArtiDot nas “Visitas a casas de galeristas”.

Visita à casa dos galeristas Alexandre Roesler e Renata Castro e Silva

Em agosto, a Associação foi muito bem recebida na Casa de Cultura do Parque para realizar a 3ª edição do Leilão ABACT, que reuniu 30 obras doadas por nossas galerias associadas e seus artistas representados. Além disso, contamos com o professor, pesquisador e colecionador Miguel Chaia e as colecionadoras Juliana Sá e Jessica Cinel na mesa-redonda de abertura “Várias formas de colecionismo”.

Mesa-redonda na abertura do Leilão ABACT 2019

Por meio do programa de capacitação do Latitude – platform for Brazilian art galleries abroad, nosso projeto voltado à internacionalização de galerias, organizamos seis Encontros Temáticos abertos ao público e gratuitos. Um deles foi o “Especial Curadoria”, evento que dedicou um dia inteiro para falar sobre a importância do trabalho do curador e contou com a apresentação da curadora Ana Avelar, primeira selecionada do edital Intercâmbio de Curadores – Pesquisas e práticas curatoriais. Estiveram conosco nessa ação a Além Consultoria e o Estúdio Baile.

Curadora e pesquisadora Ana Avelar durante sua apresentação

Por fim, o Art Weekend São Paulo cresceu com o patrocínio do JK Iguatemi por meio do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais – Pro-Mac. O evento aconteceu nos dias 8, 9 e 10 de novembro e espalhou pela cidade programações dentro e fora das 46 galerias participantes: Talks com curadoria da Revista seLecT, oficinas para estudantes da rede pública realizadas em parceria com o Educação Pela Arte – EPA, ateliês de artistas do Roteiro de Ateliês e as “Visitas caminhadas” com o coletivo Cartografias Afetivas Urbanas – CAU.

Talk de abertura do artweekendsp 2019 realizado no dia 8/11

A ABACT está orgulhosa das suas conquistas e realizações e agradece ao público que nos acompanha, às galerias associadas e aos nossos parceiros.

Até 2020!

 

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27 ago 2019

“Voltaire Fraga, Hoje (entre o ontem e o amanhã)” abre no dia 29/08, às 20h

36 fotografias do baiano Voltaire Fraga estarão em exposição na Roberto Alban Galeria (Salvador, Bahia) de 30/08 a 30/09. Seu olhar instigante, situado entre o artístico e o etnográfico, percorreu os muitos cantos da cidade de Salvador, flagrando o cotidiano do seu povo, suas tradições e festejos, sua espontaneidade nas ruas, sua herança religiosa e cultural.

A curadoria é de Dilson Midlej, doutor em Artes Visuais e professor da Escola de Belas Artes da UFBa. Midlej enaltece o que considera um diferencial no trabalho de Voltaire Fraga: “O que o distingue é justamente o olhar poético denotado em suas narrativas visuais, o universo temático e as preferências estilísticas que tomam forma por meio dos recursos possibilitados pela fotografia (enquadramento, claro-escuro, texturas, filtros, desfocagem da imagem etc.)”, observa.

A exposição abrange: 1. a água e regiões bucólicas da cidade (a Ribeira, o Dique do Tororó, a Praia do Porto da Barra, a Praia do Farol da Barra, os saveiros na Rampa do Mercado etc) 2.A iconografia da cidade: vista da Cidade Baixa com o Elevador Lacerda, Praça Castro Alves, Praça Municipal, Mercado Modelo etc) 3. as festas populares e as baianas e 4. os trabalhadores (feirantes, ambulantes).

Especialmente entre 1930 e 1960, Voltaire Fraga circulou pela cidade com sua câmera Volkslander, de origem alemã, registrando o que lhe tocava a alma. Por isso mesmo, as fotos produzidas, sempre em preto-e-branco, revelam-se de um primor estilístico e conceitual que impressiona. O reconhecimento nacional teve como marco uma exposição realizada em 2009 pela Pinacoteca do Estado de São Paulo, sob curadoria de Diógenes Moura, que reuniu cerca de 100 fotografias do artista.

Voltaire Fraga, Hoje (entre o ontem e o amanhã)
Abertura: 29/08, às 20h
Em cartaz até o dia 30 de setembro
Roberto Alban Galeria
Rua Senta Pua, 53, Ondina, Salvador – BA

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