12 jul 2019

Prepare-se: Projeto Latitude reúne galeristas e especialistas em São Paulo para discutir a dinâmica de atuação das galerias de médio porte. Inscrições aqui: https://www.sympla.com.br/encontro-tematico-abact—julho__572020

Último Encontro Temático, realizado em junho, sobre galerias e plataformas digitais. Foto: ABACT

O projeto Latitude – Platform for Brazilian Art Galleries Abroad promove no dia 16 de julho, terça-feira, das 10 às 13 horas, na Unibes Cultural, em São Paulo, o encontro temático “Especificidades e desafios das galerias de médio porte”, que reúne representantes de galerias de médio e grande porte para discutir os desafios de gestão de negócios. O encontro é gratuito e conta com a orientação da pesquisadora Ana Leticia Fialho e de Monica Novaes Esmanhotto.

Participam do evento representantes de galerias associadas à ABACT:  Yannick Carvalho, diretora da Galeria Raquel Arnaud, mestre em “História da Arte” pela Université Paris-Sorbonne (Paris IV), com pós-graduação em “Gestão de Organizações do Terceiro Setor” pela Fundação Getúlio Vargas; Akio Aoki, diretor de assuntos internacionais da Galeria Vermelho, formado pela London Business School, com experiências profissionais em marketing na MTV Brasil, Toyota do Brasil e na PSA Peugeot Citroën; e Christiano Lima Braga, atual coordenador da Unidade de Difusão, Bibliotecas e Leitura (UDBL) da Secretaria de Cultura  e Economia Criativa do Estado de São Paulo e ex-Gerente de Exportações da Apex-Brasil.

Ana Leticia e Monica estabelecem dois eixos de discussão, quais sejam: as internalidades, questões ligadas à realidade das galerias como gestão de recursos humanos (profissionalização e atualização do quadro de funcionários e colaboradores, contratação de serviços terceirizados, etc), gestão de recursos financeiros (acompanhamento empresarial, ferramentas de controle etc), infraestrutura das galerias e internacionalização (acesso às principais feiras, construção de redes de relacionamento abrangentes); e as externalidades, circunstâncias alheias à realidade das galerias que, contudo, impactam a condução dos negócios como, por exemplo, formação de público, pertencimento a um circuito mais amplo da arte e o contexto econômico onde a galeria se insere.

A série de cinco encontros temáticos que se encerra faz parte do programa de capacitação do Projeto Latitude iniciado em 13/03 com o  “Encontro temático sobre importação e exportação de obras de arte”; seguido por “Condo: uma experiência de parceria entre galerias” em 16/04; “Ambiente cultural e de negócios na China: oportunidades e desafios”, em 14/05; e “Galerias de arte e plataformas digitais: do institucional ao comercial”, em 18/06.

Serviço:

Encontro temático: “Especificidades e desafios das galerias de médio porte”
Data: 16 de julho de 2019, terça-feira, das 10 às 13 horas
Local: 
Unibes Cultural
Endereço: Rua Oscar Freire, 2500 – São Paulo – SP
Tel.: (11) 3065 4333
Inscrições: 
https://www.sympla.com.br/encontro-tematico-abact—julho__572020

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04 jul 2019

Prepare-se: “A Burrice dos Homens”, coletiva com curadoria de Fernanda Brenner, fica em cartaz até 20/07/2019

José Antonio da Silva. A Burice dos Homens. 1987

Galeria paulistana exibe mostra coletiva “A Burrice dos Homens”, com curadoria de Fernanda Brenner. Partindo de uma série de conversas da curadora Fernanda Brenner com o artista Tiago Carneiro da Cunha, a exposição propõe uma reflexão aberta sobre o uso da sátira e dos estereótipos como pontos de partida para observações críticas acerca de dinâmicas sociais arraigadas que precisam ser reavaliadas.

Tiago Carneiro da Cunha. Banana. 2019

O título da exposição é emprestado da pintura “A Burrice dos Homens”, do paulista José Antônio da Silva, pintor autodidata que retrata uma cena apocalíptica com uma floresta em chamas, urubus voando sobre a carniça de macacos agonizantes. Essa imagem alegórica na pintura de da Silva encontra eco na obra de Tiago Carneiro da Cunha como na música “Marginália II” do piauiense Torquato Neto.

Lina Bo Bardi. Polochon. 1985

Para a curadora, as personagens infernais de Carneiro da Cunha parecem caber perfeitamente nas estrofes de Torquato Neto e essa aproximação a levou ao trabalho de artistas de diversas gerações e períodos da história recente do Brasil, que, assim como Carneiro da Cunha, e boa parte dos tropicalistas, se interessam pela fina linha entre o cômico, o trágico, o melancólico e o sedutor que caracterizam a realidade do país desde a colonização. A imagem que o Brasil tem de si e a imagem como é visto no exterior também aparecem nas obras de Glauco Rodrigues, Ivan Cardoso, ou ainda, no trabalho de Cristiano Lenhardt e Ana Prata.

Ana Prata. Sol Preto. 2016

Artistas na coletiva: Adriano Costa, Amadeo Luciano Lorenzato, Ana Prata, Anna Bella Geiger, Antônio Dias, Antonio Henrique Amaral, Artur Barrio, Cabelo, Cícero Dias, Cristiano Lenhardt, Erika Verzutti, Glauco Rodrigues, Hélio Oiticica, Ivan Cardoso, Ismael Nery, Jac Leirner, Jarbas Lopes, José Antônio da Silva, Leda Catunda, Lina Bo Bardi, Oswaldo Goeldi, Pedro Caetano, Radamés “Juni” Figueroa, Rogério Reis, Saint Clair Cemin, Tiago Carneiro da Cunha, Tonico Lemos Auad, Ursula Böckler, Vicente do Rego Monteiro, Wilma Martins, Yuli Yamagata.

Criada em 2000 em São Paulo, por Jones Bergamin, a galeria Bergamin ficava numa casa da década de 1950 do arquiteto Vilanova Artigas nos Jardins. Em 2013, Antonia Bergamin, filha de Jones Bergamin, assumiu a direção da galeria com Thiago Gomide. Com foco em vendas privadas de artistas brasileiros e estrangeiros do período Pós-Guerra, a Bergamin & Gomide inaugurou seu novo espaço na rua Oscar Freire, em agosto de 2013. Participa de feiras nacionais e internacionais como Art Basel, TEFAF NY Spring, Art Basel Miami, Semana de Arte e SP-Arte.

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02 jul 2019

Prepare-se: “Adriana Varejão – Por uma retórica canibal” tem curadoria de Luisa Duarte. Em cartaz até 08/09/2019

Conjunto significativo 25 obras de obras da celebrada artista carioca Adriana Varejão fica em cartaz no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM, no Recife, até o dia 8 de setembro de 2019. “Adriana Varejão – Por uma retórica canibal”, com curadoria de Luisa Duarte, inclui trabalhos seminais como “Mapa de Lopo Homem II” (1992-2004), “Quadro Ferido” (1992) e “Proposta para uma Catequese”, em suas Partes I e II (1993), já esteve em Salvador e segue em itinerância para cidades fora do eixo Rio-São Paulo, segundo a produtora Luiza Mello, da Automática. 

[Azulejões (com uma mãozinha). 2000. Foto: Vicente de Mello]

Recorte curatorial descortina diferentes fases da produção de Adriana, enfatizando a pesquisa da artista a respeito do colonialismo antes mesmo dessa temática entrar em voga no cenário da arte contemporânea no Brasil. No Recife, as questões sobre o período colonial brasileiro ganham ainda mais relevância e oportunidade, dada história de Pernambuco, marcada pela monocultura açucareira, assim como pelas disputas territoriais estrangeiras e autóctones desse território.

[Ruína de Charque, Porto. 2002. Foto: Jeff McLane]

A tradição retórica persuasiva da arte barroca, repleta de narrativas com representações de anjos e uso de folheamento em ouro, assim como seu vínculo com o projeto colonial europeu na América cristã, tem um contraponto com a retórica canibal, cheia de conflitos violentos, miscigenação e representações da carne. A vasta rede de influências da artista passa pela história da arte barroca, azulejaria portuguesa, iconografia da colonização, corpo, mapas e tatuagem, consubstanciando uma das produções mais vibrantes da arte contemporânea brasileira.

[Mapa de Lopo Homem II. 1992-2004. Foto: Jaime Acioli]

Ao conjunto de obras selecionadas por Luisa Duarte, acrescenta-se o site specific da artista “Panacea Phantastica” (2003) do acervo do MAMAM.

Adriana Varejão é representada pelas Galerias Fortes D’Aloia & Gabriel, Gagosian e Victoria Miro. A exposição conta com patrocínio da Galeria Almeida e Dale

Foto no topo do texto: Proposta para uma Catequese – Parte I. Díptico Morte e Esquartejamento. 1993. Foto:   Eduardo Ortega

Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães – MAMAM – Rua da Aurora, 265 Boa Vista – Recife – PE

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28 jun 2019

Prepare-se: “Vaivém” fica em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil até 29/07/2019, com itinerância marcada para Brasília e Belo Horizonte

Pinturas, esculturas, instalações, fotografias, vídeos, documentos, intervenções, performances, histórias em quadrinhos e até mesmo selos estão reunidos na mesma exposição. Na coletiva “Vaivém”, o curador Raphael Fonseca tratou de ocupar todos os espaços expositivos do CCBB São Paulo com trabalhos de 141 artistas, entre os quais 32 indígenas, onde são representadas redes de dormir.

[Arissana Pataxó. Rede de Tucum]

“Vaivém” tem início do subsolo do histórico edifício, com a apresentação do núcleo “Resistências e Permanências”, onde Raphael atesta a rede como símbolo e objeto onipresente nas culturas originárias do Brasil. Obras de artistas contemporâneos indígenas como Arissana Pataxó, Carmézia Emiliano, Jaider Esbell, Yermollay Caripoune convivem obras de artistas brasileiros de renome e reconhecido engajamento em causas indígenas como Bené Fonteles (Galeria Karla Osório) e Cláudia Andujar (Vermelho), e também com uma curiosa rede de tecido de Arthur Bispo do Rosário.

[Opavivará. Rede Social]

O núcleo “A rede como escultura, a escultura como rede” distribui-se pelo átrio do CCBB São Paulo, com trabalhos de grande impacto visual como “Rede Social”, do coletivo carioca Opavivará (A Gentil Carioca). Espraiando-se pelos corredores, estão trabalhos   de Gustavo Caboco, Salissa Rocha, Hélio Oiticica, Ernesto Neto (Fortes D’Alóia & Gabriel), a ação de Paulo Nazareth (Mendes Wood DM) e diversas redes feitas por artesãs de diferentes regiões do país.

[Jaime Lauriano. Novus Brasilia Typus. 2016. Acervo Banco Itau]

O segundo andar encerra dois núcleos: “Olhar para o outro, olhar para si”, com trabalhos de artistas viajantes como Hans Staden, Jean-Baptiste Debret e Johann Moritz Rugendas em franco diálogo com artistas contemporâneos de origem indígena como a pintora Duhigó Tukano e Dhiani Pa’saro, que expõe a marchetaria composta por 33 tipos de madeira e inspirada em duas variações de grafismos ameríndios. “Disseminações: entre o público e o privado”, por sua vez, trata do período colonial. Nele, as redes surgem como mobiliário, meio de transporte e também práticas funerárias. Pinturas do artista goiano Dalton Paula (Sé Galeria), destacam narrativas acerca da negritude brasileira, assim como as fotografias de Luís Braga (Galeria Leme/AD), que retratam o cotidiano do Pará.

[Luiz Braga. Barco em Santarém. 200. Fotografia. Acervo Banco Itaú]

O título do núcleo do terceiro andar, “Modernidades: espaços para a preguiça”, já adianta a associação da rede à preguiça e ao descanso do trabalho e do calor tropical. Aqui, a personagem central de “Macunaíma” (19290, o notável romance de Mário de Andrade, é representada por ilustrações de Carybé, desenho de Tarsila do Amaral, longa-metragem dirigido por Joaquim Pedro de Andrade e história em quadrinhos de Angelo Abu e Dan X. Ainda nesse núcleo, são exibidas obras de Djanira, além de mobiliário de Sérgio Rodrigues e Paulo Mendes da Rocha. “Invenções do Nordeste”, no quarto andar, reúne obras que tratam dos mitos que relacionam as redes e essa região brasileira, com destaque para as fotografias de Maureen Bisilliat e as cerâmicas de Mestre Vitalino. O artista Tunga é homenageado neste último núcleo com a exibição da instalação “Bells Falls”, acompanhada de registros fotográficos da performance “100 Rede”.

Foto do topo do texto: Claudia Andujar. Retratos 3 (da série Maturacá). Cortesia Galeria Vermelho

 

Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo – Rua Álvares Penteado, 112 – Centro – São Paulo – SP

 

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25 jun 2019

Prepare-se: instalações em exibição na galeria e no estacionamento de motos no centro da cidade até 24/08/2019

“Peixe-elétrico-moto-clube” é a mais nova individual do artista João Loureiro. São exibidos desenhos, animações e instalações, uma delas no estacionamento que ocupa o piso térreo do prédio onde se encontra a Sé, exatamente abaixo da sala de exposição principal. Trabalhos dialogam com o contexto no qual a galeria está localizada, o centro histórico de São Paulo, na primeira rua da cidade, de tráfego intenso de pessoas e veículos.

João Loureiro. Cartela. 2019. Dimensões 67 x 94 cm. Adesivo. Edição 3 e PA

Essa exposição tem como ingredientes elementos de um universo característico ao centro de São Paulo: os estacionamentos cheios de motocicletas, motores, escapamentos, motoboys, tudo em intensa vida e circulação. A esses elementos, o artista soma referências filmográficas e literárias e ainda linguagens menos comuns ao circuito das artes como animações e quadrinhos.

João Loureiro. Michelin I, II, III, IV, V, VI, VII. 2019. Dimensões 80 x 210 cm. Adesivo. Edição 3 e PA

Fazendo uso, ainda, de um elemento imagético utilizado pelos próprios motociclistas, João traz um conjunto de adesivos para dentro da galeria: tigres, bonecos Michelin, cartelas de brasões e marcas automotivas aplicadas de modo incomum. Ícones reconhecíveis em transgressão simbólica, subvertida a lógica trivial de seu entendimento: imagens altamente consumidas e reconhecíveis, aqui destituídas de seu sentido original, transformadas em objetos que não aceitam mais seu status imaterial.

João Loureiro. Drive In. 2019. Dimensões 110 x 205 x 65 cm. Motocicleta, projetor, bateria, conversor, midia player, estrutura em ferro, instação elétrica e pintura esmalte. Edição única

Os artistas representados são: Arnaldo de Melo, Dalton Paula, Deco Adjiman, Daniel Kairoz/ Fagus, Denise Alves-Rodrigues, Gustavo Speridião, João Loureiro, Manata Laudares, Maria Montero, Michel Zózimo, Pedro Victor Brandão, Pontogor, Rafael RG, Rebecca Sharp e Traplev.

A Sé Galeria participa regularmente da feira SP-Arte. Internacionalmente, atua em feiras como a Liste, ArteBO e ArcoMadrid, além do Projeto Condo New York.

Sé Galeria – www.segaleria.com.br

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19 jun 2019

Prepare-se: objets trouvés, pinturas, objetos e escultura evidenciam a variedade de suportes do artista

As galerias paulistanas Estação e Raquel Arnaud exibem, simultaneamente, mostras individuais do artista Júlio Villani. A coincidência no calendário das duas galerias atesta a potência criativa do artista natural de Marília, interior do estado de São Paulo, e radicado em Paris.

[“Bicho de rodas e porquinho”, 2019, objetos, madeira, chapa de alumínio e arame; “Charlotte”, 2013, objetos, madeira, arame, acrílica; e “Vache”, 2016, objeto e madeira. Galeria Estação, São Paulo]

“Júlio Villani – Por um fio”, inaugurada em 15 de junho na Galeria Estação, tem curadoria de Samuel Titan, e reúne um conjunto de esculturas à la Marcel Duchamp. Segundo o curador, apesar de próximas do conceito de “objet trouvé”, celebrizado pelo mestre do surrealismo parisiense, os bichos de Villani carregam as memórias sensoriais de um menino do interior que observa, e usa, objetos da casa, da cozinha e da fazenda em seu processo criativo. No lugar de cinzel e formão, o artista usa alicate, martelinho, arame e solda para imprimir plasticidade a materiais como madeira, botões, formas metálicas variadas. “São brasileiríssimas, filhas do jeitinho e da gambiarra elevados à condição de arte, dotadas daquela graça etérea e desajeitada que as petecas têm”, arremata o curador em texto de apresentação da individual que fica em exibição até o dia 27 de julho.

[“A espessura da pele”, 2017, papel, grafite e óleo sobre tela; “Tabouret / Portrait de Leon F.”, 2012, madeira, fio, metal, papel e motor elétrico; e “Organic machinery”, 2019. Galeria Raquel Arnaud, São Paulo]

“Alinhavai”, em cartaz na Galeria Raquel Arnaud até 17 de agosto, traz a público uma gama maior de suportes, assim como de técnicas. São apresentados desenhos, objetos de parede, bordados, colagens, esculturas da série “Tamboretes”, além de pinturas em caolin e acrílica sobre tela da série “Collapsible architecture”. Samuel Titan, curador que assina o texto de apresentação desta individual, afirma que os fios e as linhas traçados pelo artista servem para ligar, sugerindo constelações de seres, formas, regiões da experiência que pareciam apartadas até então.

Legenda da foto no topo do texto: Júlio Villani, “Trois échafaudage pour un portrait”, 2019, objeto em ferro pintado. Galeria Raquel Arnaud, São Paulo


Galeria Estação – http://www.galeriaestacao.com.br
Galeria Raquel Arnaud – http://raquelarnaud.com.br/
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11 jun 2019

Prepare-se: projeto Latitude reúne especialistas no dia 18/06, das 10 às 13 horas. Inscrições https://bit.ly/2wGPt3G

O projeto Latitude – Platform for Brazilian Art Galleries Abroad promove no dia 18 de junho, terça-feira, das 10 às 13 horas, na Unibes Cultural, em São Paulo, o encontro temático “Galerias de arte e plataformas digitais: do institucional ao comercial”, que aborda o impacto do uso das mídias sociais na dinâmica do mercado de arte. O encontro é gratuito e conta com a orientação da pesquisadora Ana Leticia Fialho e de Monica Novaes Esmanhotto.

Nesta edição, a jornalista Caroline Carrion discorre sobre comunicação digital integrada para galerias e instituições. Já a galerista Bruna Bailune fala sobre sua experiência de e-commerce com a Aura Arte Contemporânea. Por fim, em formato de entrevista simultânea, a designer  Lizandra Alvim e Caio Blanco falam, respectivamente, sobre o Blombô e o novo sistema de vendas da feira SP-Arte.

A série de encontros temáticos faz parte do programa de capacitação do projeto Latitude, que prevê cinco encontros de março a julho, todos na Unibes Cultural. O último acontece em 16/07, com o tema “Especificidades e desafios das galerias de médio porte”, abordando procedimentos e práticas para a expansão de negócios.

 

Encontro temático: “Galerias de arte e plataformas digitais: do institucional ao comercial”
Data: 18 de junho de 2019, terça-feira, das 10 às 13 horas
Local: Unibes Cultural
Endereço: Rua Oscar Freire, 2500 – CEP 05409-012 – São Paulo – SP
Tel.: (11) 3065 4333
Inscrições: https://bit.ly/2wGPt3G

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03 jun 2019

Prepare-se: ABACT recebe inscrições de galerias de arte de todo Brasil de 03 de junho a 31 de julho de 2019 

A 4ª edição do Art Weekend São Paulo, que acontecerá nos dias 8, 9 e 10 de novembro, chega à cidade trazendo muitas novidades. Entre elas, o evento contará com parceria internacional “Gallery Weekend”, oficinas para crianças e adolescentes da rede pública de ensino, ateliês de artistas, visitas guiadas pela cidade – com destaque para visitas em libras – e mesas-redondas sobre o tema.

Idealizado pela Associação Brasileira de Arte Contemporânea – ABACT, o Art Weekend São Paulo incentiva o público a visitar e conhecer as galerias e instituições culturais parceiras, promover e divulgar de forma gratuita as programações artísticas e culturais da cidade, além de promover novos formatos de parcerias e negócios. Em 2018, o circuito contou com 50 galerias, das quais 12 eram de outras cidades, somando mais de 100 mostras e eventos e um público de 3.000 pessoas.

Algumas ações e serviços que fizeram sucesso nas edições anteriores serão mantidos neste ano, como “Galerias Recebem Galerias” – projeto em que galerias paulistanas acolhem galerias de fora da cidade -, programações especiais oferecidas pelos participantes, como performances, lançamento de livros, conversas com artistas e curadores entre outras ativações. O Art Weekend contará também com serviço de vans para conectar o público aos locais dos diversos eventos.

Inscrições
Para participar, as galerias interessadas devem preencher o formulário (CLIQUE AQUIaté o dia 31 de julho. Associados à ABACT não pagam para estarem no evento, enquanto os que não são associados devem pagar uma taxa administrativa de participação. Os participantes assíduos serão beneficiados com uma taxa especial pela fidelidade.

Dúvidas devem ser enviadas para o e-mail info@artweekend.com.br ou esclarecidas pelo telefone (11) 2365 0481.

Patrocínio – JK Iguatemi
A ampliação das atividades na 4ª edição do evento acontece em virtude da parceria entre a ABACT e o shopping JK Iguatemi, patrocinador oficial do evento. O patrocínio acontece por meio do Programa Municipal de Apoio a Projetos Culturais (Pro-Mac) da Secretaria de Cultura do Município de São Paulo.a

Nas redes sociais e na internet: #artweekendsp, #jkiguatemi, @artweekendsp
https://pt-br.facebook.com/artweekendsp/
https://www.instagram.com/artweekendsp/

Serviço:

Associação Brasileira de Arte Contemporânea – ABACT
Rua Cardoso de Almeida, 60 conj. 54
05014-000 – São Paulo – SP – Brasil
Tel.: (11) 2365 0481
comunicacao@abact.com.br | www.abact.com.br

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15 maio 2019

Prepare-se: curadoria de Bitú Cassundé, Clarissa Diniz e Marcelo Campos fica aberta de 16/05 a 25/08  em São Paulo

Recorte da recente produção artística promove diálogo trans-histórico entre autores e interesses diversos. A mostra coletiva “À Nordeste” está dividida em núcleos, quais sejam: “Futuro”, em contraposição ao regionalismo arquetípico associado à região; “(De)Colonialidade”; “Trabalho”, que evidencia processos políticos de resistência por meio da cultura; “Cidade’, relevando a estética das transformações urbanas; “Insurgências”; “Linguagem”; “Natureza”, indicando dimensões tecnológicas, ficcionais e estéticas das diferentes “naturezas”; e, por fim, o núcleo “Desejo”. O uso de crase na expressão “À Nordeste” indicia a ideia de movimento do olhar crítico para uma produção cultural que se insurge contra as normatividades vigentes, ativando a linguagem e a arte como armas de luta e gozo, resumem os curadores da coletiva com 343 obras que ocupa os espaços do SESC 24 de maio e o muro da escola de samba Vai-Vai, no Bixiga.

[Daniel Santiago. O Brasil é meu abismo. Galeria Superfície]

O título da exposição parte da provocação do artista cearense Yuri Firmeza: “A nordeste de quê?”, em que coloca em perspectiva as relações entre centralidades e periferias no Brasil e no mundo. Programação integrada à exposição conta com espetáculos de teatro, música e dança, exibição de filmes, além de encontros de reflexão e experimentação artística, relacionados com diversos conteúdos presentes na mostra.

Os artistas participantes da mostra são: Abel Teixeira, Abelardo da Hora, Aberaldo Santos, Abraham Palatnik (Galeria Nara Roesler), Adenor Gondim, Adler Murad, Alan Adi, Alcione Alves, Aldemir Martins, Almandrade, Aloisio Magalhães, Amanda Melo da Mota, Ana Lira, Antônio Bandeira, Arthur Scovino, Artur Doomer, Ayrson Heráclito (Galeria Portas Vilaseca) & Iuri Passos, Bárbara Wagner e Benjamin de Burca (Galeria Fortes D’Aloia & Gabriel), Bispo do Rosário, Bruno Faria (Galeria Marilia Razuk), Caetano Dias (Carbono Galeria), Candido Portinari, Carlos Mélo (Galeria Kogan Amaro) Carybé, Catarina dee Jah, Celso Brandão, Chico Albuquerque, Chico da Silva, Christina Machado, Cícero, Cícero Dias, Cláudio Costa, Cleiton, Coletivo ORA, Cooperativa de bordadeiras de Ilha do Ferro, Cristiano Lenhardt (Galeria Fortes D’Aloia & Gabriel), Dalton Paula (Sé Galeria), Daniel Santiago (Galeria Superfície), Davi Rodrigues, Delson Uchôa (Anita Schwartz Galeria de Arte e Zipper Galeria), Dias & Riedweg (Vermelho), Doidão Bahia, Dona Morena, Efrain Almeida (Galeria Fortes D’Aloia & Gabriel), Elielson Sayara, Emanoel Araújo, Falves Silva (Roberto Alban Galeria e Galeria Superfície), Fernando Rodrigues, Ferreira Gullar, Ferreiros do Cariri, Filipe Acácio, Francisco de Almeida, Gabriel Mascaro, Gê Viana, Gê Viana e Márcia Ribeiro, Gilberto Freyre, Gilvan Samico, Glauber Rocha, Goya Lopes, Guiomar Marinho, Heloisa Juaçaba, Ieda Oliveira, Isabela Stampanoni, J. Cunha, Jarid Arraes, Jasson, Jayme Fygura, Jean-Pierre Chabloz, João Cabral de Melo Neto, Joãosinho Trinta, Joaquim do Rego Monteiro, Jomard Muniz de Britto, Jonathas de Andrade (Galeria Vermelho), José Carlos, José Cláudio, José Rufino (ele não tem galeria?), José Tarcísio, Josué de Castro, Jota Medeiros (Galeria Superfície), Jota Mombaça, Juliana Notari, Juraci Dórea, Kaick & Alan, Kátia Mesel, Leno, Leonilson, Letícia Parente (Galeria Jaqueline Martins), Louco Filho, Lourival Cuquinha, Luís Matheus Brito, Luiz Hermano, Lula Cardoso Ayres, Marcelo D’Salete, Marcelo Evelin & Matteo di Blasio, Marcelo Gandhi (Roberto Alban Galeria), Marcelo Pedroso, Marcelo Silveira (Galeria Nara Roesler), Marcha das vadias, Márcio Almeida, Márcio Vasconcelos, Marepe (Galeria Luisa Strina), Marie Carangi, Marina de Botas, Mario Cravo Jr., Mário Cravo Neto (Galeria Millan e Galeria Marcelo Guarnieri), Martha Araújo (Galeria Jaqueline Martins), Maurício Pokemon, Mestra Irinéia, Mestre Didi, Mestre Espedito Seleiro, Mestre Galdino, Mestre Guarany, Mestre Maurício Flandeiro, Mestre Noza, Mestre Vitalino, Michelle Mattiuzzi, Montez Magno, Mucambo Nuspano, Naiana Magalhães, Nino (Galeria Estação), O Gráfico Amador, Paula Sampaio, Paulo Bruscky (Galeria Nara Roesler), Paulo Freire, Pêdra Costa, Pedro Marighella, Petrônio Farias, Pierre Verger (Galeria Marcelo Guarnieri), Racar, Raimundo Cela, Ramiro Bernabó, Ramusyo Brasil, Rodolfo Bernadelli, Rodrigo Braga (Anita Schwartz Galeria de Arte), Rogério Gomes, Romero Britto, Sabyne Cavalcante, Saquinhodelixo, SaraElton Panamby & Naýra Albuquerque, Sérgio Vasconcelos, Sérvulo Esmeraldo, Solon Ribeiro, Sunsarara, Tadeu dos Bonecos, Tertuliana Lustosa, Thiago Martins de Melo (Galeria Leme/AD), Tiago Sant’Ana, Tiago Santana, Tom Zé, Ton Bezerra, Torquato Neto, Valtemir do Vale Miranda, Véio (Galeria Estação), Vicente do Rego Monteiro, Virgínia de Medeiros (Galeria Nara Roesler), Virgínia Pinho, Vitor Cesar, Wellington Virgolino, Yuri Firmeza (Galeria Athena e Casa Triângulo), Zahy Guajajara, Zé de Chalé e Zé Diabo.

[Ayrson Heráclito. Still de viodeinstalação Ijo Mimo. Galeria Portas Vilaseca]

SESC 24 de Maiohttps://www.sescsp.org.br/unidades/36_24+DE+MAIO/

Rua 24 de Maio, 109 – Centro – São Paulo – SP

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13 maio 2019

Prepare-se: marque #GallerySelfieDay em suas selfies com obras de arte no Instagram

O concurso internacional de melhor selfie com obra de arte #GallerySelfieDay acontece nesta sexta-feira  no Instagram. É simples participar: siga @the_adaa, @_abact e @damiani_books, marque #GallerySelfieDay na legenda da sua foto com uma obra de arte e publique no dia 17 de maio. As melhores selfies concorrem a três livros de fotografia de #HiroshiSugimoto, da editora Damiani, e ganham ainda mais visibilidade nas mídias sociais das três associações de galerias envolvidas nesta ação.

#GallerySelfieDay é uma iniciativa da Art Dealers Association of America (ADAA), que reúne 180 galerias de arte em 29 cidades dos Estados Unidos. Neste ano, conta com a participação  das galerias da Associação Brasileira de Arte Contemporânea – ABACT e também das associadas à The Society of London Art Dealers (SLAD), do Reino Unido.

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